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Conteúdo:

Objetivo:


O que você sabe sobre a Índia?

Você provavelmente já viu imagens da Índia: o Taj Mahal, as cidades superlotadas, o rio Ganges, os elefantes, as celebrações coloridas. Talvez tenha ouvido que a Índia virou a maior democracia do mundo e que vai ser a maior economia do planeta ainda neste século. Mas talvez não saiba que, ao mesmo tempo, a Índia ainda tem um sistema de castas que dita o valor de uma pessoa desde o nascimento, ou que Índia e Paquistão, dois países vizinhos, têm bombas nucleares e já foram à guerra quatro vezes.

Antes de começar, responda no caderno:

Esta aula vai mostrar que a maior democracia do mundo convive com desigualdades profundas enraizadas em séculos de história.


O problema que esta aula vai iluminar

Como é possível que o país com o maior eleitorado do mundo, com uma constituição que proíbe a discriminação por casta, ainda tenha mulheres Dalits sendo assassinadas por se casarem com homens de castas superiores? Como é possível que a Índia tenha um setor de tecnologia de classe mundial, exporte engenheiros e médicos para o mundo inteiro, e ainda tenha centenas de milhões de pessoas sem saneamento básico? E como dois países que compartilham língua, culinária e história familiar decidem apontar ogivas nucleares um para o outro?

Colonialismo, religião, desigualdade e geopolítica se entrelaçam aqui de formas que esta aula vai ajudar a desembaraçar.


O subcontinente: diversidade sem fim

O subcontinente indiano é uma península de 4,5 milhões de km² que abriga quatro países principais: Índia (1,4 bi de habitantes), Paquistão (230 mi), Bangladesh (170 mi) e Sri Lanka (22 mi). A região é delimitada ao norte pelo Himalaia, a maior cordilheira do mundo, que a separa do restante da Ásia e cria um clima de monções que alimenta os grandes rios Ganges, Brahmaputra e Indo.

A diversidade interna da Índia é espantosa: 22 línguas oficiais reconhecidas (e mais de 700 dialetos), seis grandes religiões (hinduísmo, islamismo, budismo, sikhismo, jainismo, zoroastrismo), 4 mil subcomunidades com costumes distintos. Essa diversidade é um dos maiores desafios e ao mesmo tempo uma das maiores riquezas do país.

O sistema de castas é central para entender a sociedade indiana. Originado no hinduísmo, ele divide a sociedade em grupos hereditários hierárquicos. Os Dalits (ex-"intocáveis"), na base da pirâmide, são cerca de 200 milhões de pessoas que historicamente realizavam os trabalhos considerados impuros (limpeza de esgotos, curtimento de couro, manipulação de cadáveres). A discriminação contra Dalits inclui assassinatos, estupros coletivos e exclusão econômica, mesmo sendo proibida pela constituição desde 1950.

Fato interessante: mesmo entre indianos que migraram para outros países, incluindo profissionais de alta renda nos Estados Unidos e no Reino Unido, a casta continua pesando nas decisões de casamento: a maioria absoluta das uniões arranjadas e mesmo boa parte dos casamentos "por amor" ainda ocorre dentro da mesma casta. Anúncios matrimoniais em jornais e sites de casamento indianos costumam listar a casta do pretendente como informação relevante, ao lado de escolaridade e renda, prova de como uma hierarquia social de milhares de anos sobrevive mesmo em meio à modernização tecnológica e à vida no exterior.

Mapa do subcontinente indiano com Índia, Paquistão, Bangladesh e Sri Lanka e principais rios O subcontinente indiano: países, rios e principais regiões. Fonte: elaboração própria.

A Partição de 1947 e o conflito Índia-Paquistão

Em 1947, a Grã-Bretanha concedeu a independência ao seu maior domínio colonial. Mas ao sair, os britânicos dividiram o território com base em critérios religiosos: a Índia seria predominantemente hindu, o Paquistão seria criado como Estado muçulmano.

A Partição foi implementada em 73 dias por um funcionário britânico que nunca havia pisado na Índia. O resultado foi catastrófico: 14 a 17 milhões de pessoas se deslocaram; entre 200 mil e 2 milhões morreram em massacres religiosos durante o êxodo. Famílias foram separadas por linhas desenhadas em mapas. Comunidades que haviam convivido por séculos se tornaram inimigas mortais em semanas.

Desde então, Índia e Paquistão travaram quatro guerras (1947, 1965, 1971 e 1999) e mantêm disputa irresolvida sobre a região da Caxemira, reivindicada pelos dois países. Em 1998, ambos realizaram testes nucleares e anunciaram que possuíam bombas atômicas. Hoje, são dois dos países com armamentos nucleares que têm maior probabilidade de usar essas armas em conflito regional.

A tensão voltou a explodir em 2025. Em abril, um ataque a turistas na cidade de Pahalgam, na Caxemira administrada pela Índia, matou 26 pessoas, a maioria hindus, e a Índia atribuiu a autoria a um grupo ligado ao Paquistão. Em resposta, em 7 de maio de 2025, a Índia lançou a Operação Sindoor, uma série de ataques a mísseis contra supostos campos terroristas e instalações militares em território paquistanês e na Caxemira sob controle do Paquistão. O Paquistão revidou, e os dois países trocaram ataques por três dias, até um cessar-fogo ser fechado em 10 de maio de 2025. Foi a escalada militar mais grave entre os dois vizinhos nucleares desde 1999.

Em 1971, a guerra entre os dois lados do Paquistão levou à independência de Bangladesh (antes "Paquistão Oriental"), com a intervenção da Índia do lado dos bengalis. O conflito custou entre 300 mil e 3 milhões de mortes.


QUESTÃO PRÁTICA

A Partição da Índia em 1947 foi realizada pelos britânicos com base em:

A Índia como potência emergente

A Índia emergente é hoje a 5ª maior economia do mundo e deve se tornar a 3ª até 2030. Em 2023, a sonda Chandrayaan-3 pousou na face sul da Lua, feito inédito na história espacial. O país tem um setor de tecnologia de informação de classe mundial, com empresas como Infosys e Wipro, e exporta engenheiros, médicos e executivos para todo o mundo.

Mas o crescimento econômico é profundamente desigual. Enquanto bilionários indianos acumulam fortunas entre as maiores do planeta, entre 200 e 300 milhões de pessoas ainda vivem em pobreza extrema. O IDH da Índia é médio-baixo (131º no ranking), com desigualdades enormes entre estados ricos (Maharashtra, Karnataka) e pobres (Bihar, Uttar Pradesh), entre homens e mulheres, entre castas altas e Dalits.

A Índia adotou uma política de não alinhamento durante a Guerra Fria (criou o Movimento dos Países Não Alinhados em 1961) e hoje mantém relações pragmáticas com todos os polos de poder: compra armas da Rússia e dos EUA, tem conflitos fronteiriços com a China mas também comércio intenso, e participa do BRICS enquanto estreita laços com o Ocidente. Essa posição de "autonomia estratégica" é uma das marcas da política externa indiana.

A influência indiana também se espalha por meio de uma enorme diáspora: mais de 18 milhões de pessoas de origem indiana vivem fora do país, a maior diáspora do mundo em números absolutos. Ela inclui desde trabalhadores de baixa renda no Golfo Pérsico até executivos no comando de gigantes como Google e Microsoft, passando por políticos de alto escalão em outros países, caso do próprio primeiro-ministro britânico entre 2022 e 2024, Rishi Sunak, neto de imigrantes indianos vindos do antigo império ao qual a Índia pertenceu. É um símbolo e tanto: descendentes de colonizados hoje governam parte do antigo império colonizador.


Bangladesh e Sri Lanka

Bangladesh, com 170 milhões de habitantes em um território menor que o estado do Maranhão, é um dos países mais densamente povoados do mundo. Surgiu em 1971 após a guerra de independência do Paquistão Oriental. É hoje o maior exportador de roupas do mundo (depois da China), com indústria têxtil que emprega milhões de trabalhadores, majoritariamente mulheres, em condições precárias. O colapso do edifício Rana Plaza em 2013, que matou mais de 1.100 trabalhadores, expôs as condições dessa indústria ao mundo e gerou pressão por mais regulação na cadeia global do vestuário.

Bangladesh também é um dos países mais vulneráveis às mudanças climáticas: grande parte do território está a menos de 5 metros acima do nível do mar. A previsão é que dezenas de milhões de pessoas precisem migrar nas próximas décadas por causa do aumento do nível do oceano e da intensificação das cheias.

O país também viveu uma ruptura política histórica: em agosto de 2024, depois de semanas de protestos estudantis contra um sistema de cotas em empregos públicos que se transformaram numa revolta popular mais ampla, a primeira-ministra Sheikh Hasina, no poder havia 15 anos, renunciou e fugiu do país. Um governo interino liderado pelo economista Muhammad Yunus, ganhador do Prêmio Nobel da Paz por seu trabalho com microcrédito, assumiu a transição. Novas eleições, as primeiras depois da queda de Hasina, foram realizadas em fevereiro de 2026, marcando a tentativa de Bangladesh de reconstruir sua democracia depois de mais de uma década de governo cada vez mais autoritário.

Sri Lanka (ex-Ceilão) viveu uma guerra civil de 26 anos (1983-2009) entre o governo de maioria cingalesa-budista e o grupo Tamil Tigers (tamis hindus que reivindicavam um Estado independente). A guerra terminou com a derrota militar dos Tigers, mas as causas da marginalização dos tamis continuam não resolvidas. Em 2022, a ilha enfrentou a pior crise econômica de sua história, com falta de combustível, apagões e colapso do governo, que foi derrubado por manifestações populares. Em setembro de 2024, os eleitores do Sri Lanka responderam a essa crise elegendo Anura Kumara Dissanayake, líder de um partido de esquerda marxista-leninista, como presidente, e dando ao seu partido uma maioria de dois terços no parlamento logo em seguida. Foi a primeira vez na história do país que um candidato fora dos dois grandes partidos tradicionais venceu a presidência, um sinal de que o colapso econômico de 2022 mudou profundamente a política do país.


QUESTÃO PRÁTICA

Bangladesh é o maior exportador mundial de roupas, mas suas trabalhadoras têxteis vivem em condições precárias porque:

Afeganistão: o tabuleiro das grandes potências

Na fronteira noroeste do subcontinente, o Afeganistão é um país sem litoral, montanhoso, que há mais de dois séculos serve de tabuleiro para disputas entre potências estrangeiras, um padrão que os historiadores chamam de Grande Jogo. Nem os britânicos no século 19, nem a União Soviética no século 20, nem os Estados Unidos no século 21 conseguiram, de fato, controlar o país por completo.

Em 1979, a URSS invadiu o Afeganistão para sustentar um governo comunista aliado, dando início a uma guerra de dez anos contra os mujahidin (guerrilheiros islâmicos), financiados e armados pelos Estados Unidos, pelo Paquistão e pela Arábia Saudita como parte da Guerra Fria. A retirada soviética em 1989 não trouxe paz: o país mergulhou numa guerra civil entre facções mujahidin rivais, da qual emergiu, em 1996, o Talibã, grupo fundamentalista islâmico que impôs um regime extremamente rígido, incluindo a proibição de meninas frequentarem a escola.

Depois dos atentados de 11 de setembro de 2001, os Estados Unidos invadiram o Afeganistão para derrubar o Talibã, acusado de abrigar a Al-Qaeda. Seguiu-se a guerra mais longa da história americana: quase vinte anos de ocupação, mais de um trilhão de dólares gastos, dezenas de milhares de mortos, e um governo afegão apoiado pelo Ocidente que nunca conseguiu se sustentar sem tropas estrangeiras. Em agosto de 2021, quando os EUA completaram sua retirada, o Talibã retomou o país em poucos dias, praticamente sem resistência.

Desde então, o Afeganistão vive uma das piores crises de direitos humanos do mundo. Mais de 230 decretos do Talibã retiraram direitos básicos de mulheres e meninas: elas não podem frequentar a escola depois do 6º ano (o único país do mundo com essa proibição), têm acesso restrito a emprego e à livre circulação, e um decreto recente eliminou a idade mínima legal para o casamento, o que especialistas em direitos humanos apontam como um estímulo ao casamento infantil. Organizações internacionais chamam a situação de "apartheid de gênero". Some-se a isso uma crise humanitária profunda, com quase 22 milhões de pessoas precisando de ajuda em 2026 e recursos internacionais cada vez mais escassos, e disputas de fronteira com o Paquistão que voltaram a gerar confrontos armados em outubro de 2025. O Afeganistão mostra, de forma extrema, o que ficou registrado ao longo desta aula: fronteiras desenhadas ou disputadas por potências estrangeiras deixam consequências que duram gerações.


TEXTO DE APOIO

"A Índia é um dos exemplos mais fascinantes e contraditórios do mundo contemporâneo: é ao mesmo tempo a maior democracia, uma das economias que mais cresce, um Estado nuclear e uma sociedade onde crianças de casta inferior ainda são proibidas de sentar ao lado de crianças de casta superior nas escolas de algumas aldeias. Essas contradições não são aberrações: são produtos de uma historia colonial longa e de escolhas políticas que privilegiaram o crescimento de alguns ao custo da exclusão de muitos."

DREZE, Jean; SEN, Amartya. An Uncertain Glory: India and its Contradictions. Princeton University Press, 2013, p. 3.

Com base no texto de Drèze e Sen e no que você estudou, responda:

1. Os autores afirmam que as contradições da Índia "não são aberrações, mas produtos de escolhas políticas". O que eles querem dizer com isso? Que tipo de escolhas favorecem o crescimento econômico mas aumentam a desigualdade?

2. A Índia tem cotas universitárias para Dalits e outras castas historicamente excluídas. Essa política é suficiente para superar séculos de discriminação? Quais outras medidas seriam necessárias?


O que mudou no seu olhar?

Antes parecia que a Índia era um país exótico com elefantes e templos coloridos, um lugar que esta "emergindo". Agora você ve que a "emergência" econômica indiana coexiste com um sistema de castas que hierarquiza o valor humano desde o nascimento, que a Partição de 1947 foi um crime do colonialismo que criou conflitos nucleares que duram até hoje (e que voltaram a explodir em 2025), e que as roupas baratas que usamos podem ter sido costuradas por mãos que ganham centavos por hora em condições insalubres.

Você também viu como Bangladesh e Sri Lanka viraram a página de governos autoritários e de crises através de movimentos populares, e como o Afeganistão segue sendo, há mais de dois séculos, um tabuleiro onde potências estrangeiras jogam suas disputas, com o povo afegão pagando o preço.

Crescimento econômico sem distribuição não é progresso para todos. É progresso para alguns, à custa de outros.

Na próxima parada, você vai atravessar a fronteira norte da Ásia para conhecer a Rússia: o maior país do mundo em extensão territorial, que também lida com o legado de um antigo império e segue redesenhando fronteiras à força no século 21.

Conceitos estudados nesta aula:


O que são os Dalits?

Dalits ("oprimidos", em sânscrito) são o grupo situado abaixo do sistema de quatro castas do hinduísmo, antes chamados de "intocáveis". São cerca de 200 milhões de pessoas na Índia que historicamente realizavam trabalhos considerados impuros. A discriminação inclui proibição de acesso a poços d'água, templos e escolas comuns, além de violência física. A constituição proíbe a discriminação por casta e reserva cotas no serviço público e nas universidades, mas a prática persiste especialmente em zonas rurais.

O que é a disputa pela Caxemira?

A Caxemira é uma região montanhosa no noroeste do subcontinente, reivindicada integralmente por Índia e Paquistão. Na partição de 1947, o maharajá local (hindu) assinou a adesão à Índia, mas a maioria da população era muçulmana e preferia o Paquistão. Desde então, a região é dividida pela "Linha de Controle", com cada país administrando uma parte. A região é ponto de tensão constante e um dos locais mais militarizados do mundo. Em 1999, os dois países quase foram à guerra nuclear pelo conflito de Kargil, na Caxemira.

O que é a disputa pelas águas do rio Indo?

O rio Indo e seus afluentes formam um sistema exorreico, ou seja, deságua efetivamente no Oceano Índico, e nasce em território indiano, na porção a montante (rio acima) do território paquistanês, que fica a jusante (rio abaixo). Em 1960, os dois países assinaram o Tratado das Águas do Indo, mediado pelo Banco Mundial, que regula o uso compartilhado dessas águas. Como a Índia está a montante, ela tem a capacidade técnica de represar ou reduzir a vazão que chega ao Paquistão, o que afetaria diretamente as áreas agrícolas paquistanesas que dependem dessa água. Por isso, quando a Índia manifestou, em 2025, a intenção de se desvincular do tratado em meio ao agravamento das tensões entre os dois países, o governo paquistanês declarou que qualquer bloqueio hídrico seria considerado um "ato de guerra", o que mostra como a posição geográfica de um país ao longo de um rio compartilhado pode se transformar em uma arma geopolítica.




Ficha de conceitos


Produção

No início desta aula, você foi questionado sobre o sistema de castas e sobre o conflito Índia-Paquistão. Agora você tem ferramentas para conectar essas questões ao mundo que você vive: as roupas que você usa têm etiqueta "Made in Bangladesh"? Você já pesquisou em quais condições foram fabricadas?

Opção A: Olhe para uma peça de roupa sua com etiqueta "Made in Bangladesh" ou "Made in India". Pesquise as condições de trabalho na indústria têxtil desse país. Escreva um texto de 15 a 20 linhas analisando: quem lucra com o preço baixo dessa roupa, quem paga o custo, e o que o colapso do Rana Plaza (2013) revelou sobre a cadeia global de produção de roupas.

Opção B: A Partição da Índia em 1947 foi um dos maiores desastres humanitários do século XX, mas é pouco conhecida no Brasil. Escreva um texto de 15 a 20 linhas explicando o que foi a Partição, por que ela aconteceu, quais foram as consequências imediatas (deslocamento, violência) e quais conflitos ela gerou que duram até hoje (Caxemira, armamento nuclear). Use a perspectiva de como decisões de potências coloniais ao sair dos territórios criam problemas que duram gerações.


Questões para responder no caderno

1. O que é o sistema de castas? Quais são as quatro varnas e qual é a situação dos Dalits?

2. O que foi a Partição da Índia em 1947? Por que ela foi tão violenta?

3. Por que Índia e Paquistão disputam a Caxemira? O que foi a Operação Sindoor de 2025?

4. O que é o "não alinhamento"? Como a Índia aplica essa política na atualidade?

5. O que é o Rana Plaza? O que esse episódio revelou sobre a cadeia de produção global de roupas?

6. Por que Bangladesh é considerado um dos países mais vulneráveis às mudanças climáticas? O que mudou na política do país a partir de 2024?

7. A Índia tem uma constituição que proíbe a discriminação por casta e reserva cotas para Dalits nas universidades. Por que, apesar disso, a discriminação ainda persiste? Que outros tipos de mudança seriam necessários além das leis?

8. Índia e Paquistão têm ogivas nucleares apontadas uma para a outra. Esse é o resultado de uma decisão racional de segurança ou de uma escalada histórica que saiu do controle? Que interesses cada país defende ao manter seu arsenal nuclear?

9. Como Bangladesh se tornou o maior exportador de roupas do mundo? Quais são as vantagens e os problemas desse modelo de desenvolvimento?

10. A Índia cresce economicamente de forma acelerada mas seu IDH ainda é médio-baixo. Como isso é possível? O que o PIB mede que o IDH não mede, e vice-versa? O que essa diferença revela sobre o modelo de desenvolvimento indiano?


Antes de finalizar, vamos fazer as questões!



Para saber mais:

Referências Bibliográficas

📚 Sugestões de Livros

Para quem quer ir além da aula, com literatura



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